Há muito tempo, Aristóteles já escreveu “A felicidade reside na atividade, tanto física como mental. Está em fazer coisas de que possamos nos orgulhar, por fazer bem e que se tenha prazer em fazer”. O orgulho do que se faz é sem dúvida um fator muito forte que motiva e conduz na superação de obstáculos, cabe as empresas e seus lideres, buscar fortalecer este fator, certa vez, por volta de 1900, circulou nos jornais de Londres um anúncio que chamou a atenção por seu conteúdo e mais ainda pelo grande número de interessados em participar.
Sir Ernest Shackleton, um explorador Inglês da Antártida, colocou um anuncio com o propósito da procura por voluntários para uma expedição a Antárdida Nacional (que não chegou a alcançar o Polo Sul), dizia o anúncio:
PROCURA-SE
PROCURO HOMENS PARA VIAGEM ARRISCADA. Salário baixo, frio enregelante, longos meses de completa escuridão, perigo constante, retorno duvidoso. Honra e reconhecimento em caso de sucesso – Ernest Shackleton
Mais tarde Sir Shackleton comentou “ a julgar pelo volume de respostas, parecia que todos os homens da Inglaterra estavam decididos a me acompanhar”. O que demonstra que a satisfação em fazer coisas que orgulhem tanto os membros como as pessoas com as quais se relacionam tem peso considerável na formação da base tanto do profissional como da organização.
Todos nós temos nossos valores, nossas crenças e princípios, e da mesma forma existem coisas que nos levam a agir por proporcionarem orgulho, na maioria das vezes, agimos para satisfazer ou digamos orgulhar outras pessoas, nossos pais, conjugues, filhos, amigos, avós, etc... pensamos neles, de como ficariam com o nosso sucesso, e porque não inserir as organizações neste contexto, as pessoas tem orgulho em pertencer, em participar e em alcançar objetivos e precisam sentir que as organizações também sentem orgulho em tê-los como membros, cabe a liderança fortalecer e explorar o “Orgulho” do trabalho.
domingo, 19 de julho de 2009
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